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July 25th, 2014 · Leave a Comment

Síndrome de intestino irritável e sensibilidade ao glúten

By Kevin Punsky

Por muitos anos, a síndrome do intestino irritável (SII) foi diagnosticada em milhões de pessoas em todo o mundo, depois de apresentarem diversas moléstias e dores gastrintestinais de forma recorrente. Ainda não existe cura definitiva para essa doença, que é um problema de saúde crônico, embora benigno.

Dr. Maria Vazquez Roque leaning on the railing of the second floor of the Cannaday BuildingPorém uma nova esperança surgiu para alguns pacientes. Dentro do espectro das intolerâncias e/ou alergias relacionadas à toxicidade resultante da ingestão de glúten, se acrescentou outra patologia conhecida como “sensibilidade ao glúten não celíaca” ou, simplesmente, “sensibilidade ao glúten (SG)”. O glúten é uma substância encontrada nos grãos de alguns cereais como o trigo e a aveia. Os sintomas da SG são praticamente idênticos aos apresentados por pacientes com a síndrome do intestino irritável. Por isso, fazer um diagnóstico que diferencie uma patologia da outra pode ser a solução para pacientes que podem estar recebendo o tratamento errado. A sensibilidade ao glúten apresenta uma melhora clara depois que o paciente adota uma dieta livre de glúten.

A gastrenterologista da Clínica Mayo, María Vázquez Roque, que também é professora assistente da Escola de Medicina da Mayo, explica essas doenças:

Quais são os critérios aplicados para diagnosticar a síndrome do intestino irritável (SII)?
A SII pode ser diagnosticada quando o paciente tem dores ou problemas abdominais recorrentes por, pelo menos, três dias no mês, em um período de três meses. Esses sintomas estão associados a uma melhora produzida com a defecação. O começo do problema se evidencia por uma mudança na frequência da defecação e pela aparência das fezes. Os hábitos intestinais, por sua vez, flutuam entre a diarreia e a constipação.

Qual é a incidência dessa doença na população?
Sabemos que a doença afeta cerca de 15% da população, com maior frequência as mulheres do que os homens. É uma síndrome que surge em pessoas mais jovens e menos entre idosos.

Como se trata essa síndrome?
Depende da gravidade dos sintomas Nos casos mais leves, se recomenda mudanças na dieta e no estilo de vida. Se o transtorno se classifica como moderado, é conveniente agregar às medidas anteriores uma terapia psicológica. Porém, se as moléstias são graves, pode-se acrescentar no tratamento drogas antidepressivas e encaminhar o paciente para uma clínica para o controle da dor. Nesse último caso, o médico precisa discutir com o paciente a fixação de metas realistas para seu tratamento. Seja qual for a gravidade do problema, os pacientes devem entender claramente que é necessário seguir uma terapia, manter a continuidade do tratamento, buscar desenvolver a própria tranquilidade e se saber mais sobre a síndrome, para compreender melhor o que lhe ocorre.

Quais são os mecanismos potenciais envolvidos?
Entre eles temos os transtornos da evacuação retal; fatores que irritam o cólon; uma hipervigilância do sistema nervoso central; fatores genéticos e também psicossociais (como estresse, ansiedade) e alterações da motilidade e da sensação. Os transtornos da evacuação retal causam problemas graves aos pacientes, que apresentam constipação, esforço excessivo, sensação de evacuação incompleta, distensão abdominal, dores abdominais no lado esquerdo, as que são aliviadas com a evacuação intestinal. Podem também se apresentar, por sua vez, transtornos espasmódicos de evacuação, como o espasmo puborretal ou anismo, que implica uma insuficiência da relação normal dos músculos do assoalho pélvico na tentativa de defecação. Para chegar ao diagnóstico, é necessário examinar o paciente afetado, conhecer sua história, realizar uma manometria anorretal, o teste de expulsão do balão e, em alguns casos, um proctograma de defecação.

Além disso, há fatores irritantes da mucosa do cólon, precisamente, os ácidos biliares que se encontram em maior secreção nos pacientes com essa síndrome, aumentando a permeabilidade da mucosa e provocando um rápido trânsito do cólon, com contrações que se propagam amplamente.

Que medicamentos existem para aliviar esses transtornos?
Até o momento, contamos com uma série de produtos farmacêuticos, porém a observação clínica demonstra que os pacientes não se sentem satisfeitos com os resultados dos fármacos existentes. Por isso, estão surgindo novos compostos, com mecanismos fisiológicos da ação diferentes. Entre esses, estão os moduladores de ácidos biliares. Um deles é o elobixibate, que foi formulado para a constipação crônica idiopática e a SII com constipação e que atua como um inibidor do transportador de ácidos biliares no íleo. Em uma análise realizada com 36 pacientes, durante 14 dias, foi possível observar que 48 horas após a administração de doses de 15 mg e de 20 mg, o trânsito intestinal desses pacientes se acelerou significativamente. Enquanto isso, houve uma melhora na consistência das fezes, em comparação com o placebo.

Por outro lado, estão os moduladores da serotonina, que atuam em nível do sistema nervoso central. Esses fármacos devem ser seletivos para um subtipo de receptor, que é o 5-HT4, que está relacionado com a função de contração e de relaxamento. São os chamados agonistas do 5-HT4.

Além disso, temos os secretagogos, que são substâncias que estimulam ou desencadeiam uma secreção ou liberação de outra substância. Nesse caso, há dois tipos de fármacos, que têm demonstrado eficácia: o linaclotide e o plecanatide. O linaclotide, que está disponível no mercado, após doze semanas em estudos de fase III, mostrou resultados efetivos, ao diminuir a diarreia, a dor abdominal e o inchaço, e ao melhorar a função intestinal. Por outro lado, testes clínicos realizados durante 12 semanas com o plecanatide, em 951 pacientes, administrando-lhes doses de 1 mg ou 3 mg desse medicamento, versus o placebo, demonstraram uma resposta eficaz sobre a constipação crônica idiopática, após a primeira semana de tratamento, sendo bem tolerado pelos pacientes.

Que relação de pode estabelecer entre a síndrome do intestino irritável e a sensibilidade ao glúten?
Existem vários transtornos relacionados à ingestão de glúten. Um deles é a sensibilidade ao glúten (SG), que se apresenta como os sintomas da doença celíaca, que é uma patologia autoimune. A sensibilidade ao glúten também não é uma resposta alérgica a essa substância. O que ocorre é que os sintomas das duas doenças são similares em suas características clínicas, frequência e intensidade. Isso faz com que uma boa percentagem de pacientes afetados pela SG receba um diagnóstico de síndrome do intestino irritável. Se continuar com uma dieta que contenha glúten, o problema nunca será solucionado.

Quais são os sintomas que levam a um equívoco no diagnóstico?
Há sintomas gastrintestinais e extraintestinais. Os gastrintestinais incluem dor abdominal, em cerca de 77% dos casos, inchaço (72%), constipação e diarreia. Além disso, os pacientes relatam que sentem fadiga, confusão mental, dor de cabeça, dor muscular ou articular, eczema ou alergias na pele, insensibilidade nas pernas ou braços, depressão e anemia. Lamentavelmente, não há um marcador de diagnóstico adequado para identificar os pacientes sensíveis ao glúten e também não se conhece a história natural desse problema de saúde. No caso de pessoas com SII, já foi testada uma dieta denominada “dieta baixa em FODMAPs”, o que significa que ela não contém oligossacarídeos fermentáveis, dissacarídeos, monossacarídeos nem polióis. Essa forma de alimentação, que elimina determinados alimentos com uma certa quantidade elevada de elementos fermentáveis, como os hidratos de carbono de cadeia curta, tem sido promissora na redução dos sintomas em um subgrupo de pacientes, porém o mecanismo exato ainda não foi elucidado.

Para mais informações sobre tratamento da síndrome do intestino irritável, da sensibilidade ao glúten e de quaisquer doenças gástricas/intestinais na Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida, contate o departamento de Serviços Internacionais pelo telefone 1-904-953-7000 ou envie email para intl.mcj@mayo.edu. Para mais informações em português, visite mayoclinic.org/portuguese/.

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Sobre a Mayo Clinic
Completando 150 anos de serviços à humanidade em 2014, a Mayo é uma das principais clínicas mundiais, dedicada à atenção médica, pesquisa e educação para pessoas em todas as etapas da vida. Não tem fins lucrativos. Para mais informações, acesse 150years.mayoclinic.org ou newsnetwork.mayoclinic.org/.

CONTACTO: Guta Bacelar, 305-598-0125, gbacelar@bellsouth.net

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July 25th, 2014 · Leave a Comment

MAYO CLINIC RADIO

By Dana Sparks

montage of Mayo Clinic Radio pictures

If you have shoulder problems the next Mayo Clinic Radio is for you!  On Saturday, July 26, at 9 a.m. CT, John Sperling, M.D., will join us to discuss the many causes of shoulder pain. What do you know about shoulder bursitistendinitis and something called Wiiitis? How are torn rotator cuffs diagnosed and repaired? We'll discuss a new option for patients with arthritis called reverse arthroplasty. Join us!

Myth or Matter of Fact: Rotator cuff tears can heal without surgery.

Follow #MayoClinicRadio and tweet your questions.

To listen to the program on Saturday, click here

Mayo Clinic Radio is available on iHeart Radio.

Listen to this week’s Medical News Headlines: News Segment July 26, 2014 (right click MP3) 

Mayo Clinic Radio is a weekly one-hour radio program highlighting health and medical information from Mayo Clinic. The show is taped for rebroadcast by some affiliates.

For future topics, click on Upcoming Programs.
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If there is a topic you would like us to address, drop us a note. Click here to create a guest account.

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July 25th, 2014 · Leave a Comment

Síndrome de Intestino Irritable y Sensibilidad al Gluten

By Kevin Punsky

Por muchos años, millones de personas en el mundo entero han sido diagnosticadas con Síndrome de Intestino Irritable (SII) tras presentar diversas molestias y dolores gastrointestinales en forma recurrente. Para esta afección no existe aún una cura definitiva, pues se trata de una enfermedad crónica, aunque benigna.

Dr. Maria Vazquez Roque leaning on the railing of the second floor of the Cannaday BuildingPero una nueva luz ha surgido para algunos de ellos. Dentro del espectro de las intolerancias y/o alergias relacionadas con la toxicidad provocada por la ingesta de gluten, se ha agregado otra patología conocida como Sensibilidad al Gluten No Celiaca o simplemente, Sensibilidad al Gluten (SG). El gluten es una sustancia que se encuentra en los granos de algunos cereales como el trigo y la avena. Los síntomas de la SG son prácticamente idénticos a los que presentan los pacientes con Síndrome de Intestino Irritable. Por eso, hacer un diagnóstico diferencial entre ambas patologías puede ser la solución para quienes están siendo tratados de manera errada. La Sensibilidad al Gluten muestra una evidente mejoría ante una dieta libre de este componente.

Acerca de este tema nos habla la doctora María Vázquez Roque, gastroenteróloga de la Clínica Mayo de Jacksonville y Profesora Asistente en esta institución.

Doctora, ¿cuáles son los criterios que se aplican para diagnosticar el SII?
Para ser diagnosticado con SII, el paciente deber presentar dolor o molestias abdominales recurrentes, al menos 3 días por mes, en los últimos 3 meses. Estos síntomas van asociados con una mejoría producida con la defecación. El comienzo del problema se evidencia por un cambio en la frecuencia y apariencia de las heces. A su vez, los hábitos intestinales fluctúan entre diarrea y estreñimiento.

¿Cuál es la incidencia de esta enfermedad en la población?
Sabemos que se presenta en alrededor de un 15% de la población, afectando más a mujeres que a hombres. Es un síndrome que surge mas edades tempranas, y menos durante la vejez.

¿Cómo se trata este síndrome?
Depende de la severidad de los síntomas. En los casos leves, se recomienda modificación de la dieta y del estilo de vida. Si el trastorno se clasifica como moderado es conveniente agregar a lo anterior una terapia sicológica. Pero, si las molestias son severas, se puede añadir medicamentos antidepresivos y referir al paciente a una clínica del manejo del dolor. En este último caso se debe conversar con el paciente para fijar con él/ella metas realistas ante su tratamiento. Sea cual sea la severidad del problema, los afectados deben tener claro que es necesario seguir una terapia, mantener continuidad en los cuidados, tratar de desenvolverse en tranquilidad y educarse acerca de su afección, para comprender mejor lo que les ocurre.

¿Cuáles son los mecanismos potenciales involucrados?
Entre ellos tenemos los trastornos de la evacuación rectal; factores que irritan el colon; una hipervigilancia del sistema nervioso central; factores genéticos como también psicosociales — estrés, ansiedad — y alteraciones de la motilidad y la sensación. Los trastornos de la evacuación rectal causan severas molestias a los pacientes, quienes presentan estreñimiento, esfuerzo, sensación de evacuación incompleta, distensión abdominal, dolor abdominal del lado izquierdo, las que se alivian con la evacuación intestinal. A la vez, se pueden presentar trastornos espásticos de evacuación, como el espasmo puborrectal o anismus, que implica una insuficiencia de la relajación normal de los músculos del suelo pélvico al intentar defecar. Para llegar al diagnóstico se requiere examinar al afectado, conocer su historia, practicarle una manometría anorrectal, la prueba de expulsión del balón y, en algunos casos, un proctograma de defecación.

Por otra parte, hay factores irritantes de la mucosa colónica, puntualmente, los ácidos biliares, que se encuentran en mayor secreción en los pacientes con este síndrome, aumentando la permeabilidad de la mucosa y provocando un rápido tránsito colónico con contracciones que se propagan ampliamente.

¿Qué medicamentos existen para aliviar estos trastornos?
Hasta ahora contamos con una serie de productos farmacéuticos, pero la observación clínica demuestra que los pacientes no se sienten conformes con los resultados de los fármacos existentes. Por eso, están surgiendo nuevos compuestos, con mecanismos fisiológicos de acción diferentes. Entre éstos están los moduladores de ácidos biliares. Uno de ellos es Elobixibat, que ha sido formulado para el estreñimiento crónico idiopático y el SII con estreñimiento, y que actúa como un inhibidor del transportador de ácidos biliares en el íleon. En un análisis realizado con 36 sujetos, durante 14 días, se pudo observar que a las 48 horas de haber recibido dosis de 15 mg y de 20 mg, el tránsito intestinal de estos pacientes se aceleró significativamente. A su vez, hubo una mejoría en la consistencia de las heces, en comparación con placebo.

Por otra parte, están los moduladores de la serotonina, que actúan a nivel del sistema nervioso central. Estos fármacos deben ser selectivos para un subtipo de receptor, que es el 5-HT4, que está relacionado con la función de contracción y de relajación. Son los llamados agonistas de 5-HT4.

A su vez, tenemos los secretagogos, que son sustancias que estimulan o desencadenan una secreción o liberación de otra sustancia. En este caso, hay dos fármacos que han demostrado eficacia: linaclotide y plecanatide. El linaclotide, que está disponible en el mercado, tras doce semanas en estudios de de fase III, mostró efectivos resultados al disminuir la diarrea, el dolor abdominal y la hinchazón y mejorar la función intestinal. Por su parte, pruebas clínicas realizadas durante 12 semanas con plecanatide, en 951 sujetos, administrándoseles dosis de 1 o 3 mg de este medicamento vs placebo, demostraron una respuesta eficaz sobre el estreñimiento crónico idiopático tras la primera semana de tratamiento, siendo bien tolerado por los pacientes.

¿Qué relación se puede establecer entre el síndrome de intestino irritable y la sensibilidad al gluten?
Existen varios trastornos relacionados con la ingesta de gluten. Uno de ellos es la sensibilidad al gluten (SG), que se presenta como los síntomas de la enfermedad celíaca, que es una patología autoinmune. La sensibilidad al gluten tampoco es una respuesta alérgica al mismo. Lo que ocurre es que los síntomas de ambas enfermedades son similares en sus características clínicas, frecuencia e intensidad. Esto lleva a que un buen porcentaje de afectados por SG reciban un diagnóstico de síndrome de intestino irritable. Al continuar con una dieta que contiene gluten, el problema nunca se soluciona.

¿Cuáles son los síntomas que llevan a equívoco en el diagnóstico?
Hay síntomas gastrointestinales y extraintestinales. Los gastrointestinales incluyen: dolor abdominal, en un 77% de los casos, hinchazón (72%), estreñimiento y diarrea. A la vez, los afectados expresan sentir fatiga, confusión mental, dolor de cabeza, dolor muscular o articular, eczema o alergias en la piel, insensibilidad en piernas o brazos, depresión y anemia. Lamentablemente, no hay un marcador de diagnóstico adecuado para identificar a los sujetos sensibles al gluten y tampoco se conoce la historia natural de esta condición médica. En el caso de las personas con SII se ha probado una dieta denominada “dieta baja en FODMAPs”, lo que significa que no contiene oligosacáridos fermentables, disacáridos, monosacáridos ni polioles. Esta forma de alimentación, que elimina determinados alimentos con una cierta elevada cantidad de elementos fermentables, como los hidratos de carbono de cadena corta, ha sido prometedora en la reducción de los síntomas en un subgrupo de pacientes, pero el mecanismo exacto no se ha dilucidado.

Para más información acerca de los tratamientos para las enfermedades gástricas disponibles en la Clínica Mayo en Jacksonville, Florida, llamar al departamento de Servicios Internacionales al teléfono 904-953-7000 o enviar un email a intl.mcj@mayo.edu. Para más información en español, visite MayoClinic.org/espanol. Twitter: @ClinicaMayo y Facebook.com/MayoClinicEspanol.

Acerca de Mayo Clinic
En el año 2014 se conmemoran 150 años de servicio a la humanidad de esta entidad sin fines de lucro y líder mundial en atención médica, investigación y educación. Si desea más información, visite: 150years.mayoclinic.org, MayoClinic.org/espanol o newsnetwork.mayoclinic.org/.

CONTACTO: Guta Bacelar, 305-598-0125, gbacelar@bellsouth.net

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July 25th, 2014 · Leave a Comment

Managing Headaches: Mayo Clinic Radio Health Minute

By Joel Streed

In this Mayo Clinic Radio Health Minute, Dr. Robert Sheeler has some advice for managing headaches.

To listen, click the link below.

Managing Headaches

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July 25th, 2014 · Leave a Comment

La viudez podría retrasar la demencia, dice estudio de Mayo Clinic

By Soledad Andrade

PHOENIX, Arizona: Un nuevo estudio de Mayo Clinic plantea que el cuidado y apoyo brindados por los familiares a los ancianos viudos después del fallecimiento del cónyuge podría influir en la aparición tardía de la demencia.

manosEl estudio, que se presentó la semana pasada durante la conferencia internacional de la Asociación de la Enfermedad de Alzheimer en Copenhague, Dinamarca, fue creado para evaluar los efectos de la viudez sobre las personas con deterioro cognitivo leve, que es el precursor de la demencia. La idea era que la viudez aceleraba el desarrollo de la demencia en las personas con deterioro cognitivo leve, pero el estudio reveló exactamente lo opuesto.

Los científicos de Mayo Clinic emplearon información de más de 3500 personas de la base de datos del Centro Nacional de Coordinación para la Enfermedad de Alzheimer, entidad que compila la información recolectada por varios centros estadounidenses. Los científicos descubrieron que de los 1078 sujetos que desarrollaron demencia, los que continuaron casados desarrollaron demencia a menor edad que quienes enviudaron (83 años frente a 92 años).

“Creemos que este descubrimiento podría señalar un asunto importante: en las parejas de ancianos, los cónyuges que son la persona principal que cuida al que sufre deterioro cognitivo leve podrían no recibir suficiente apoyo para desempeñar esa función”, explica el Dr. Bryan Woodruff, neurólogo de Mayo Clinic e investigador principal del estudio. “La teoría es que tanto los familiares como las organizaciones comunitarias brindan un apoyo más fuerte al anciano con deterioro cognitivo leve que pierde a su cónyuge”.

El Dr. Woodruff añade que el estudio plantea que aparte de la conocida repercusión negativa del estrés sobre la persona sin deterioro cognitivo que cuida del cónyuge enfermo, podrían también haber consecuencias igual de negativas entre los cónyuges con deterioro cognitivo. Dichas consecuencias negativas podrían quizás mitigarse con la pronta implementación de un sistema de apoyo más fuerte para la persona encargada del cuidado del otro cónyuge, tal como la atención de relevo temporal u otros programas ofrecidos por la Asociación de Alzheimer y demás organizaciones similares.

Debido a los hallazgos del estudio, es preciso investigar más para detallar las razones para el retraso en la aparición de la demencia, concluye el Dr. Woodruff.

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Información sobre Mayo Clinic
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July 25th, 2014 · Leave a Comment

Future of Health Care Update

By Susana Shephard

FOHC Banner telemedicine word artIndividualizing Medicine 2014: From Promise to Practice Wait no more for the transition to genomic medicine as we look towards the future of health care. It’s here, and it’s changing the way doctors care for everything from cancer to diabetes and Alzheimer’s disease. Learn more at the Individualizing Medicine Conference scheduled for October 6-8 and hosted by the Mayo Clinic Center for Individualized Medicine.

Telemedicine and the Future of Health Care The future of health care is moving towards providing safe, quality care via telemedicine; however, the patchwork of state-by-state medical licensing rules inhibit the delivery of medical services through telemedicine. Patients should not have to take a road trip to access Mayo Clinic’s medical expertise and knowledge.

Modernizing the Clinical Trial System to Meet the Needs of the Patient The future of health care in the United States requires modernization of clinical trial regulations and processes. Sundeep Khosla, M.D., Dean for Clinical and Translational Science, principal investigator and director of the Mayo Clinic Center for Clinical and Translational Science (CCaTS), discusses the path to this reform, which requires study, analysis and policy change on the part of all the stakeholders — government, academic medical centers and private industry.

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July 25th, 2014 · Leave a Comment

Pay it Forward with Random Acts of Kindness

By Dana Sparks

Blue and white banner logo for 'Living with Cancer' blog

Pay it forward with random acts of kindnessclose up of child's hand holding an older adult hand with kindness
Practice kindness and pass it on. You'll make someone's day, and when that person passes the kindness on, it multiplies.

Pediatric white blood cell disorders
Learn the basics about children's white blood cell disorders.

Fertility preservation: Understand your options before cancer treatment
Cancer treatment can have a major impact on fertility. Get the facts about fertility preservation options for men and women.

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July 24th, 2014 · Leave a Comment

THURSDAY CONSUMER HEALTH TIPS

By Dana Sparks

Fresh Fruits

Diabetes diet: Should I avoid sweet fruits?

White coat hypertension: When blood pressure rises at the doctor's office

Arthritis pain: Do's and don'ts

Stopping blood loss: From the battlefield to the cornfield

Birth control pills: Harmful in early pregnancy?

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July 24th, 2014 · Leave a Comment

Living With Lupus: Mayo Clinic Radio Health Minute

By Joel Streed

In this Mayo Clinic Radio Health Minute, Dr. Vai Chowdhary has insights into living with lupus.

To listen, click the link below.

Living With Lupus

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July 24th, 2014 · Leave a Comment

Pop Warner de Arizona y Mayo Clinic encabezarán investigación sobre lesiones relacionadas con el deporte

By Soledad Andrade

PHOENIX, Arizona: En respuesta a la creciente inquietud sobre las conmociones cerebrales y las lesiones de la cabeza, Pop Warner Football and Cheer de Arizona y Mayo Clinic anunciaron una revolucionaria colaboración que aportará vasta investigación médica sobre los efectos de las lesiones relacionadas con el deporte.

FootballGrass_00010205381_SP FeatureComo parte de esta colaboración, desde los 10 años de edad todo participante en los programas de fútbol americano de Pop Warner de Arizona, sea con banderines (flag football) o de contacto físico (tackle football), así como los participantes en los programas de animación deportiva de la organización tendrán que completar, antes de jugar, una exhaustiva evaluación que ofrecerá valores basales para cualquier futuro análisis en caso de sufrir una lesión.

Dicha evaluación basal ofrecerá datos inmediatos ante la necesidad de analizar a un joven atleta después de sufrir una lesión, y permitirá a los médicos determinar la naturaleza y alcance de la lesión, además de brindar una idea del tiempo requerido para volver a competir.

El Dr. David Dodick, neurólogo de Mayo Clinic en Arizona y experto en la atención de las conmociones cerebrales, además de director del Programa de Mayo Clinic para Conmociones Cerebrales, recibió una invitación para reunirse con el Presidente Barack Obama y otros expertos médicos en la Cumbre de la Casa Blanca, celebrada a fines del mes de mayo. El trabajo realizado entre Pop Warner Football and Cheer de Arizona y Mayo Clinic es uno de los primeros en su tipo desde que el Presidente Obama llamara a tomar acción el 29 de mayo en la Casa Blanca, donde se reunieron prominentes organizaciones deportivas, atletas y expertos médicos para sumarse a la Cumbre sobre Conmociones Cerebrales con Niños Sanos y Deporte Seguro. Ambas organizaciones trabajan intensamente para que el protocolo de conmociones cerebrales entre en vigencia antes del inicio de la temporada del año 2014.

“La cumbre del Presidente Obama elevó la atención médica e investigación sobre la conmoción cerebral a nivel de prioridad de la salud pública nacional. Por ello, Mayo Clinic está muy contenta de participar con Pop Warner Football and Cheer de Arizona en la implementación de un protocolo que proteja a los jóvenes atletas participantes en el fútbol americano y animación deportiva juveniles, permita el progreso del conocimiento a través de la investigación y sirva de modelo para el país”, explica el Dr. Dodick.

“Se trata de un problema muy grave, con el que deseamos lidiar de inmediato”, comenta Paul Watkins, Comisionado de Pop Warner Football and Cheer de Arizona. “El fútbol americano y la animación deportiva juveniles aportan magníficos beneficios a los niños, tanto en el campo de juego como en la vida. Nuestro objetivo es continuar ofreciendo esas experiencias y beneficios a los niños de la manera más segura posible. Es responsabilidad de Pop Warner de Arizona y de Mayo Clinic facilitar el diálogo nacional y dirigir las investigaciones para que los jugadores y los padres de familia puedan sentir confianza en la participación en el fútbol americano y animación deportiva juveniles”.

Las dos organizaciones inaugurarán oficialmente el programa en un evento estatal para entrenadores de Pop Warner Football and Cheer de Arizona, a realizarse el 26 de julio en Phoenix. El Dr. Dodick presentará los detalles del programa a más de 250 entrenadores y administradores de Pop Warner Football and Cheer de Arizona, cantidad que se anticipa asistirá a la reunión.

El inicio de la sesión 2014 de Pop Warner Football and Cheer de Arizona está programada para el 1 de agosto. Las pruebas basales, que son uno de los componentes requeridos del programa, están a cargo de Mayo Clinic y ya se encuentran disponibles en línea; por lo tanto, se solicitará a todo participante en el Pop Warner Football and Cheer de Arizona que complete la prueba en línea antes de otorgarle autorización para jugar.

Si durante un juego o práctica se sospechase conmoción cerebral en un participante, en la misma línea de banda se aplicará un medio para conmociones cerebrales a fin de saber si ocurrió o no. En caso de una conmoción cerebral, las políticas actuales de Pop Warner de Arizona indican que el jugador debe someterse a una evaluación médica y recibir autorización para volver a jugar, antes de que pueda hacerlo. Con este programa, todos los atletas lesionados pueden ser candidatos a que rápidamente los evalúe un especialista en conmociones cerebrales de Mayo Clinic.

Gracias a la existencia en archivos de los valores basales, los especialistas de Mayo Clinic podrán fácilmente medir el alcance de la lesión actual o reciente y determinar cuándo puede volver a jugar el deportista. Los atletas se someterán a un detallado protocolo para volver a jugar, a fin de garantizar que no sea peligroso competir para ninguno de ellos. Más aún, los datos recibidos permitirán a los investigadores de Mayo Clinic analizar las lesiones para identificar quiénes corren riesgo de otra conmoción cerebral y cuáles son los factores que predicen la recuperación completa.

“Esto realmente es una cosa revolucionaria”, añade Watkins. Mayo Clinic es reconocida mundialmente por la calidad de la atención médica que brinda al paciente y por sus investigaciones, de manera que todos los que conformamos Pop Warner Football and Cheer de Arizona, desde jugadores, a padres de familia y entrenadores, estamos sumamente agradecidos con este recurso para mantener seguros a nuestros niños ahora y en el futuro”.

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Información sobre Mayo Clinic
En el año 2014 se conmemoran 150 años de servicio a la humanidad de esta entidad sin fines de lucro y líder mundial en atención médica, investigación y educación. Si desea más información, visite: 150years.mayoclinic.org, MayoClinic.org/espanol o http://newsnetwork.mayoclinic.org/.

Información sobre Pop Warner Football and Cheer de Arizona
Pop Warner es la organización nacional más antigua de fútbol americano y animación deportiva juveniles del mundo. Fundada en 1929, Pop Warner Football and Cheer se jacta de contar con más de 120 ligas y sobre 400 000 miembros en Estados Unidos. Pop Warner Football and Cheer de Arizona es la única entidad deportiva juvenil del estado que también es una organización sin fines de lucro 501C(3), enfocada en garantizar que los jóvenes participantes en Arizona cuenten con el mejor entorno posible en el que puedan desarrollarse en hombres y mujeres inteligentes, responsables y sanos; por ello, les ofrece experiencias que les permitan apreciar y entender lo que es el liderazgo, el trabajo en equipo y la disciplina. Existen otras organizaciones de fútbol americano juvenil, pero solamente hay un Pop Warner. Si desea más información, por favor visite http://www.ArizonaPopWarner.org.

CONTACTO PARA LOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN: Soledad Andrade, Relaciones Públicas de Mayo Clinic, 507-284-5005, correo electrónico: newsbureau@mayo.edu

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